"A todos perdoais"

 

LEITURAS:

1ª: Sb 11,22–12, 2. Salmo 145/144,1-2.8-9.10-11.13cd-14 R/ Louvarei para sempre o vosso nome, Senhor, meu Deus e meu Rei. 2ª: 2 Ts 1,11–2,2. Evº: Lc 19,1-10. III Semana do Saltério.

 

UMA IDEIA

O encontro entre Jesus Cristo e Zaqueu, apesar de conhecido, não deixa de ser sempre maravilhoso: «Zaqueu, desce depressa, que Eu hoje devo ficar em tua casa» (evangelho). O papa Francisco relembrou que «Zaqueu» significa «Deus recorda». Por isso, «não existe pecado nem crime de qualquer tipo que possa eliminar da memória e do coração de Deus um só dos seus filhos. ‘Deus recorda’ sempre, não se esquece de nenhum daqueles que Ele criou; Ele é Pai» sempre disposto a oferecer o perdão (Oração do Angelus, 3 de novembro de 2013). Deus é «paciente e cheio de bondade» (salmo), não olha aos pecados, mas à possibilidade de conversão: «De todos Vos compadeceis... Vós amais tudo o que existe... a todos perdoais» (1ª). Seremos dignos da sua misericórdia? «Não vos deixeis abalar» (2ª)!

 

UM SENTIMENTO

Deus sustenta todos os seres humanos, concedeu-lhes um alento de vida e espera de todos a conversão. É o seu amor que continuamente nos desafia. É um Deus apaixonado pelo perdão. «A todos perdoais», proclama o autor do livro da Sabedoria. «Se tiveres um peso na consciência, se sentires vergonha de tantas coisas que cometeste, para um pouco, não te assustes. Pensa que alguém te espera, porque nunca deixou de se recordar de ti; e este alguém é o teu Pai, é Deus que te espera! […] E acolhamo-lo com alegria: Ele pode mudar-nos, pode transformar o nosso coração de pedra em coração de carne, pode libertar-nos do egoísmo e fazer da nossa vida uma dádiva de amor» (Francisco, 3 de novembro de 2013).

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