«O modo de agir de Deus quase cria vertigens, pois parece impossível
que Ele renuncie à sua glória para Se fazer homem como nós.

Que surpresa ver Deus adotar os nossos próprios comportamentos:
dorme, mama ao peito da mãe, chora e brinca, como todas as crianças.

Como sempre, Deus gera perplexidade, é imprevisível, aparece
continuamente fora dos nossos esquemas.

Assim o Presépio, ao mesmo tempo que nos mostra Deus
tal como entrou no mundo,
desafia-nos a imaginar a nossa vida inserida na de Deus;

convida a tornar-nos seus discípulos,
se quisermos alcançar o sentido último da vida.»

(Admirabile Signum, 8)

 

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