É este o Natal que queremos celebrar!

A todos os Irmãos, Familiares, Amigos e Benfeitores, cada qual a seu modo fazendo parte da Família Capuchinha em Portugal e Timor-Leste: o Senhor vos dê a Paz!

Tudo à nossa volta nos lembra já o Natal que se aproxima. Muitos desses sinais fazem propaganda dum Natal social, sempre igual, e, mais uma vez, sem lugar para Ele, como lá em Belém, onde os corações cheios de nada fecharam as portas a quem veio como Caminho, Verdade e Vida do Mundo.

As nossas Constituições, de Irmãos Capuchinhos, lembram-nos o necessário caminho de preparação espiritual para aquela que o nosso Pai São Francisco chamava a Festa das festas, referindo-se à solenidade do Natal. Lemos no parágrafo 4 e 5 do Nº 52: “Celebrando os mistérios da salvação, (…) na oração deixemo-nos conduzir pelo Espírito Santo, a fim de que nos faça crescer cada dia mais em Cristo (…). No espírito do Santo Evangelho e seguindo o itinerário do Ano litúrgico, veneremos e preguemos aos fiéis, de modo especial, os mistérios da humanidade de Cristo, particularmente do Natal e da Paixão, nos quais São Francisco admirava o amor e a humildade do Senhor.”

É este o Natal que queremos celebrar e para o qual nos preparamos ao ritmo da liturgia. Não o Natal da superficialidade, mas o Natal da profundidade dos mistérios da humanidade de Cristo, do Altíssimo, Omnipotente e Bom Senhor que se faz Baixíssimo, na fragilidade de um Menino.

Era com esta profundidade e encanto que o celebrava o nosso Pai São Francisco. Em Gréccio quis representar o Menino nascido em Belém, para de algum modo ver com os olhos do corpo os incómodos que Ele padeceu pela falta das coisas necessárias a um recém-nascido, tendo sido reclinado na palha duma manjedoura, entre o boi e o burro – lembra o Papa Francisco, na sua recente Carta Apostólica sobre o “sinal admirável” do Presépio.

O Presépio – afirma o Papa – educa-nos para contemplar Jesus, sentir o amor de Deus por nós, sentir e acreditar que Deus está connosco e nós estamos com Ele, todos filhos e irmãos graças àquele Menino Filho de Deus e da Virgem Maria. Na escola de São Francisco, deixemos que do encanto nasça uma prece humilde: o nosso «obrigado» a Deus, que tudo quis partilhar connosco para nunca nos deixar sozinhos.

Essa foi a prenda de Deus! E qual vai ser a nossa? Perante uma humanidade ferida por tantos conflitos e em estado de emergência climática e ambiental, ofereçamos a prenda do nosso compromisso na construção da paz e no cuidado mais responsável e esmerado da nossa casa comum. A humanidade espera esta prenda, especialmente de nós que recebemos a herança espiritual de Francisco de Assis.

Um Santo Natal e um abençoado ano de 2020, inundados pela Paz de Belém e oferecendo a todos a Paz e o Bem.

É este o Natal que queremos celebrar!

É este o Natal que queremos celebrar!

A todos os Irmãos, Familiares, Amigos e Benfeitores, cada qual a seu modo fazendo parte da Família Capuchinha em Portugal e Timor-Leste: o Senhor vos dê a Paz!

Tudo à nossa volta nos lembra já o Natal que se aproxima. Muitos desses sinais fazem propaganda dum Natal social, sempre igual, e, mais uma vez, sem lugar para Ele, como lá em Belém, onde os corações cheios de nada fecharam as portas a quem veio como Caminho, Verdade e Vida do Mundo.

As nossas Constituições, de Irmãos Capuchinhos, lembram-nos o necessário caminho de preparação espiritual para aquela que o nosso Pai São Francisco chamava a Festa das festas, referindo-se à solenidade do Natal. Lemos no parágrafo 4 e 5 do Nº 52: “Celebrando os mistérios da salvação, (…) na oração deixemo-nos conduzir pelo Espírito Santo, a fim de que nos faça crescer cada dia mais em Cristo (…). No espírito do Santo Evangelho e seguindo o itinerário do Ano litúrgico, veneremos e preguemos aos fiéis, de modo especial, os mistérios da humanidade de Cristo, particularmente do Natal e da Paixão, nos quais São Francisco admirava o amor e a humildade do Senhor.”

É este o Natal que queremos celebrar e para o qual nos preparamos ao ritmo da liturgia. Não o Natal da superficialidade, mas o Natal da profundidade dos mistérios da humanidade de Cristo, do Altíssimo, Omnipotente e Bom Senhor que se faz Baixíssimo, na fragilidade de um Menino.

Era com esta profundidade e encanto que o celebrava o nosso Pai São Francisco. Em Gréccio quis representar o Menino nascido em Belém, para de algum modo ver com os olhos do corpo os incómodos que Ele padeceu pela falta das coisas necessárias a um recém-nascido, tendo sido reclinado na palha duma manjedoura, entre o boi e o burro – lembra o Papa Francisco, na sua recente Carta Apostólica sobre o “sinal admirável” do Presépio.

O Presépio – afirma o Papa – educa-nos para contemplar Jesus, sentir o amor de Deus por nós, sentir e acreditar que Deus está connosco e nós estamos com Ele, todos filhos e irmãos graças àquele Menino Filho de Deus e da Virgem Maria. Na escola de São Francisco, deixemos que do encanto nasça uma prece humilde: o nosso «obrigado» a Deus, que tudo quis partilhar connosco para nunca nos deixar sozinhos.

Essa foi a prenda de Deus! E qual vai ser a nossa? Perante uma humanidade ferida por tantos conflitos e em estado de emergência climática e ambiental, ofereçamos a prenda do nosso compromisso na construção da paz e no cuidado mais responsável e esmerado da nossa casa comum. A humanidade espera esta prenda, especialmente de nós que recebemos a herança espiritual de Francisco de Assis.

Um Santo Natal e um abençoado ano de 2020, inundados pela Paz de Belém e oferecendo a todos a Paz e o Bem.

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