O espaço museológico Evangelho da Vida – coleção de presépios, no Centro Bíblico dos Capuchinhos, em Fátima, está fechado até ao fim do mês de abril. Acompanhamos, assim, os critérios de instituições similares do País, na defesa da VIDA. Se o risco de contágio do coronavírus (COVID-19) exigir o prolongamento da medida, para além dessa data, o público será oportunamente informado.

Pela mesma razão, também fica suspenso o encontro do dia 28 deste mês, anunciado na Revista “Bíblica” de março-abril para celebrar os 25 anos da Encíclica “O Evangelho da Vida”, de João Paulo II (25 março 1995), da qual tomou nome esta Coleção. Ainda não há nova data prevista para esse evento, em que se pretendia oficializar o Grupo dos AMIGOS DO PRESÉPIO.

A Coleção EVANGELHO DA VIDA foi inaugurada em 04 de janeiro passado e o seu conteúdo visitável inclui muito mais do que os presépios referidos no logótipo oficial. Daí a procura permanente do público. Além da centena de pessoas que percorreram o seu itinerário no dia da abertura, as visitas guiadas nos dois primeiros meses somaram o total de 385: 196 em janeiro e 189 em fevereiro.

Muito mais seriam, se a ocupação do Centro Bíblico não tivesse impedido acolher 175 pessoas de uma paróquia de Leiria que desejava passar um dia inteiro na Coleção e no Jardim Bíblico. Além disso, vários grupos adiaram a data ao saberem que a exposição era permanente. E outros já cancelaram a visita perante as notícias do possível contágio do novo coronavírus. Mas, no futuro, a normalidade voltará.

Entretanto, celebrámos os 75 anos do fim do Holocausto a 27 de janeiro, o Dia Internacional da Mulher e o início da Quaresma com o apelo do papa Francisco a «sentir compaixão pelas chagas de Cristo crucificado presentes nas inúmeras vítimas inocentes das guerras, das prepotências contra a vida desde a do nascituro até à do idoso, das variadas formas de violência, dos desastres ambientais, da iníqua distribuição dos bens da terra, do tráfico de seres humanos em todas as suas formas e da sede desenfreada de lucro, que é uma forma de idolatria».

E a vida continua. Bom sinal disso é-nos dado pelo JARDIM BÍBLICO – outro polo deste Centro que celebra a palavra e a vida da Criação –, onde as olaias, animadas pelo sol destes dias, se preparam para dar as boas-vindas à primavera no próximo dia 20. Esse espaço mantém-se livre e aberto a todos, dentro dos seus objetivos: não como “parque de merendas” e recreio, mas como «espaço de estudo, reflexão, contemplação e descanso», segundo se lê na placa de entrada.

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