A Primeira Leitura do I Domingo da
Quaresma, a 5 de Março, vai falar da aliança que Deus fez com Noé e os
seus descendentes, assinalada pelo arco-íris (Gn 9,8-15). Tal aliança
vem no final de outro acontecimento: um dilúvio de quarenta dias, do
qual a família de Noé se salvou numa arca mandada construir por Deus.
Eis o pretexto bíblico-litúrgico para que o nosso colaborador Ariel
Valdés fale dessa famosa arca de Noé, que muitos ainda não desistiram
de encontrar…
Lá no monte Ararat
Existe uma montanha que tem o apreciado
privilégio de ser a mais visitada, escalada, investigada e falada
pelos meios de comunicação. Trata-se do célebre monte Ararat.
Toda a
sua fama vem-lhe de, segundo a Bíblia, ter sido o lugar onde encalhou
a arca tripulada por Noé e seus três filhos no fim do famoso dilúvio
universal, que teria acabado com a vida dos homens, dos animais e das
plantas do planeta.
O
Ararat é una pequena cadeia montanhosa de 13 quilómetros de
comprimento, situada entre os actuais países da Turquia e da Arménia.
Tem dois picos principais: o Ararat Maior, ao norte, de 5.165m. de
altura, coberto por neves eternas, e o Ararat Menor, ao sul, de
4.300m.
Segundo a tradição, a nave de Noé com o seu parque zoológico privado,
teria chegado ao primeiro desses picos, no lado sudoeste, que pertence
à Turquia, e parado [varado] a uma altura de 2.000m. Por
isso, desde tempos muito antigos, o monte viu-se envolto por um halo
de fascínio, e gozou de uma singular veneração.
À procura da arca perdida
Já os primeiros cristãos que habitavam nos
arredores levantaram ali um templo, a que chamaram o Templo da Arca,
no qual festejavam anualmente a data em que saíram da nave os seus
estupefactos passageiros.
Mas,
com o correr dos séculos, a fantasia foi sendo estimulada cada vez
mais, e começou a alimentar-se a ilusão de poder encontrar o colossal
navio que tinha salvo os pais da nova humanidade.
O
primeiro que disse tê-lo encontrado foi São Jacob, monge do séc. VII.
Segundo ele, por uma inspiração divina encontrou no meio das neves que
cobrem o sopé do monte um pedaço de madeira da arca, que ainda é
conservada pelos arménios num sumptuoso relicário.
Mas
foi um pastor de uma pequena aldeia chamada Bayzit, situada aos pés do
monte, quem certo dia, nos finais do séc. XVIII disse ter visto um
estranho barco no monte sagrado. Isto fez lastrar uma febre
expedicionária tal, que chegou até aos nossos dias.
Muitos êxitos, mas sem provas
Em 1892, o dr. Nouri, um diácono da igreja
cristã malabar da Índia, numa viagem ao Ararat, garantiu ter
encontrado a arca entre as neves perpétuas e ter explorado o seu
interior. Como ninguém acreditou nele, quis mostrar as provas que
trazia entre os seus pertences, mas... tinham-lhas roubado!
Em
1916, em plena guerra mundial, um aviador russo chamado Vladimir
Roscovitsky protagonizou um dos episódios mais retumbantes em
torno da arca. Num caloroso dia de Agosto, enquanto pilotava o seu
avião nas proximidades do Ararat, pôde avistar o gigantesco navio. Ao
regressar à base comunicou o seu sensacional achado, e imediatamente o
czar Nicolau II enviou uma expedição de 150 homens, que garantiram ter
podido estudá-la, fotografá-la, medi-la e desenhar as suas várias
partes durante um mês. Masal no ano seguinte, ao rebentar a revolução
russa... desapareceram todos os documentos e as provas!
Trinta
anos mais tarde, a 20 de Janeiro de 1945, a imprensa australiana
publicou as declarações da jovem Arleene Deihar, de Sidney, a
qual afirmou que o seu noivo, também piloto mas da Royal Air Force,
lhe tinha mostrado duas fotografias onde se viam claramente os restos
da arca de Noé, feitas a partir de uma das vertentes do monte. Mas já
não era possível vê-las... pois ele tinha sido abatido durante a
Segunda Guerra Mundial enquanto voava sobre a Turquia!
Outra vez os fracassos
A sorte pareceu ser diferente para o engenheiro
George Greene. En 1952, ao sobrevoar a zona num helicóptero,
pôde distinguir a forma de um barco aflorando do gelo. Conseguiu fazer
30 fotografias, que ao serem reveladas mostravam uma forma semelhante
à de una nave encalhada num barranco, sobre um precipício.
Entusiasmado com o seu descobrimento, tentou
recolher dinheiro para financiar uma expedição a fim de resgatá-la,
mas poucos anos mais tarde foi assassinado, e lamentavelmente... todos
os seus haveres se perderam, incluindo as fotografias!
Em
1955, o francês Fernand Navarre, acompanhado por dois guias
turcos, garantiu ter chegado até à arca de Noé. Mas desta vez trazia
com ele uma prova: um pedaço de madeira negra calafetada com breu, tal
como a Bíblia diz que foi acondicionada. Quando se julgava,
finalmente, ter dado com restos da nave, foi submetida à prova do
carbono 14, que demonstrou remontar ao séc. VI... depois de Cristo!
Como
pode ver-se, o facto de cada vez que se obtêm algumas provas estas se
perderem ou resultarem insubstanciais, já motiva uma certa suspeita
sobre a seriedade daqueles, além das discrepâncias. De facto, enquanto
a expedição do czar russo deu com a arca no sul da montanha, Greene
garantiu tê-la fotografado na ladeira norte.
Confundir o monte com o país
Mas o que realmente desqualifica toda esta
procura febril é que as expedições partem de um suposto errado, que ao
longo do tempo não foi possível ainda corrigir.
De
facto, o livro do Génesis, quando relata o final do dilúvio, não diz
que a arca se deteve «no monte Ararat», como interpretam todos,
mas «sobre os montes de Ararat» (Gn 8,4). E para a Biblia,
“Ararat” não é o nome de um monte, mas de um país, como se vê pelas
outras três vezes que é mencionado (2 Rs 19,37; Is 37,38; Jr 51,27).
Ora, a que país corresponde Ararat? Ao antigo Urartu, isto é, a actual
Arménia. Por isso todos os biblistas estão de acordo em que a tradução
correcta seria “os montes do país da Arménia”, como traduziu São
Jerónimo na Vulgata.
Por
isso, longe de especificar o lugar, a Bíblia dá uma localização muito
vaga, uma vez que pode ser qualquer lugar da Arménia, pois toda ela é
um planalto elevado. E se quisermos pensar apenas na sua região
montanhosa, esta se estende-se ao longo de mais de 230 quilómetros.
A arca existiu realmente?
Mas a
pergunta que se impõe face ao episódio do Génesis é esta: Pretende a
Bíblia narrar um facto que sucedeu realmente, ou trata-se de um relato
didáctico? Pelo modo de o contar e os pormenores que oferece, tudo faz
supor a segunda hipótese. Vejamos.
Em primeiro lugar Noé recebe
ordens de Deus de construir uma barca de 150 metros de comprimento, 25
de largura e 15 de altura; com 3 andares de 5 metros de altura cada
um. Mas, como puderam construir uma barca com medidas tão colossais,
próprias de um transatlântico moderno, quando a engenharia naval só
conseguiu fabricar uma assim no séc. XIX? E como construíram o navio
sem instrumentos metálicos, desconhecidos naquele remoto tempo
pré-histórico? E como pôde construí-lo Noé com a única ajuda dos seus
três filhos e respectivas esposas, quando teria sido necessário o
trabalho de centenas de pessoas?
Por outro lado, na sua
construção, Noé esqueceu a maioria dos pormenores essenciais. A arca
não tinha leme, nem velas, nem bússola, nem bombas, nem mapas
náuticos, nem âncora, nem ventilação, nem iluminação.
Além
disso, a arca deve ter permanecido onze meses no mar, e necessitaria
de levar pelo menos duas vezes o seu próprio volume de água potável
para os seus tripulantes os animais, uma vez que a água exterior não
se podia beber. Como sobreviveram à sede?
Acerca dos animais
O mais pitoresco e difícil de admitir é o que se
refere aos animais que Noé e os seus deviam introduzir na arca. Como
puderam reunir um par de todas as espécies existentes para salvá-las
da sua extinção? Foram capazes de percorrer os cinco continentes do
planeta para trazê-los, alguns de 20.000 quilómetros de distância?
A isto
junta-se outra dificuldade: existem sobre a terra 1.700 espécies de
mamíferos, 10.087 de aves, 987 de répteis e aproximadamente 1.200.000
de insectos. Para piorar as coisas, calcula-se que nessa época as
espécies de mamíferos eram 15.000, as de aves 25.000, as de répteis
6.000, as de anfíbios 2.500, e más de 10 milhões de insectos. Mais
ainda. Os zoólogos estimaram que no nosso planeta pode haver entre 5 e
10 milhões de espécies animais ainda por identificar ocultas aos olhos
da ciência, nos gelos polares, nas densas selvas tropicais, ou sob as
areias do deserto. Carregar a arca com esta bagagem teria sido um
trabalho impossível para os viajantes.
Além
disso, onde os teriam metido, se, pelas medidas que vimos, o barco só
tinha uma superfície habitável de 9.120 metros quadrados? E como
fizeram oito pessoas para alimentar, dar de beber, limpar e cuidar
semelhante quantidade de animais?
Mais
ainda, como pôde Noé, com a sua gente, criar o ambiente adequado para
cada espécie, com os seus respectivos requisitos de dietas, climas e
outras necessidades, quando actualmente os jardins zoológicos, com
todas as técnicas modernas, têm problemas para manter vivas algumas
espécies em cativeiro?
Finalmente, os ecologistas defendem que uma espécie está extinta
quando restam poucas centenas de exemplares. Por exemplo, os ursos
pandas são considerados em extinção porque só sobrevivem uns mil,
número demasiado escasso para poder recuperar outra vez a espécie em
estado selvagem. Como pôde repovoar-se o planeta com apenas um par de
cada uma?
Acerca da chuva
Segundo a Bíblia, choveu durante 40 dias e 40
noites sem parar (Gn 7,17). Mas sabemos que o ciclo hidrológico de
evaporação provocado pelas chuvas é incapaz de fornecer semelhante
quantidade de água.
Também
diz que a massa de água cobriu todo o mundo. Isto é imaginável numa
época em que se pensava que a terra era um disco plano de dimensões
reduzidas, e que a abóbada que a recobria, isto é, o firmamento,
permitia acumular mais rapidamente as águas. Mas, podemos hoje
continuar a pensar que em 40 dias de chuva se cobriu todo o planeta,
quando sabemos que este tem uma superfície de 509.880.000 km2?
A
Bíblia afirma também que as águas subiram 7 metros acima dos montes
mais altos da terra (Gn 7,19-20). Ora bem, o monte mais alto do
planeta é o Everest, com 8.846 m. Por isso, para que as águas alcancem
esta altura de quase 9 km, era preciso que todos os mares subissem à
média de 222 metros por dia. Mas qualquer meteorologista confirmaria o
facto de que se as nuvens que actualmente estão na nossa atmosfera se
precipitassem de repente sobre todo o mundo, o globo ficaria apenas
coberto por menos de 5 cm de água!
Mais sobre a água
A bioestratigrafia, por seu lado, recusa a
hipótese de uma morte simultânea de todas as espécies que habitaram o
planeta. Defende, sobretudo, o contrário.
A
arqueologia também nega que se tivessem podido conservar, sem
desvanecer-se, pinturas primitivas como as de Catal Hüuk, na Turquia,
que datam do ano 7.000 a.C., ou as de Teleilat Jassul, perto do Mar
Morto, se tivesse havido um dilúvio.
E as
plantas como se salvaram da água? O relato não diz nada acerca disso.
E os peixes, que tão-pouco foram postos a salvo na arca? Como não
pereceram, ao misturarem-se as águas doces com as salgadas?
Só uma
permanente cadeia de milagres teria tornado possível todos estes
acontecimentos. Coisa improvável, porque na Bíblia os milagres servem
para aumentar a fé das pessoas, não para exterminá-las.
Porque não disseram isto antes?
Este caudal de objecções já nos confronta com a
resposta ao problema: Nunca existiu nenhum dilúvio universal! E
a Bíblia não pretende ensinar isso como um facto histórico. Não pode
negar-se a existência de algum dilúvio, ou de uma grande inundação
antiga, mas nunca teria podido ser universal de modo a destruir todo o
tipo de vida, como é descrito na Bíblia.
Ao ler
esta resposta, talvez alguém se sinta defraudado, e pense: porque
motivo, então, a Bíblia não adverte os seus leitores de que não está a
contar algo a sério, para evitar tantos mal-entendidos posteriores.
Mas a verdade é que todos os destinatários destes relatos o sabiam. A
mesma linguagem e as imagens empregadas faziam que os leitores
compreenderam imediatamente que não estavam perante uma crónica
jornalística, mas diante de uma narração didáctica. Não era preciso
começar a exposição com uma advertência para os leitores, tal como
hoje quem lê uma novela de García Márquez não precisa de ser advertido
na primeira página: “Atenção, não acredite no que este livro diz.
Trata-se, apenas, de uma ficção”.
Somos
nós que, com a nossa mentalidade moderna atribuímos historicidade a
uns relatos que nunca mostraram a pretensão de a ter.
Que nos ensina o dilúvio?
Por isso, o autor não tentou apresentar um facto
histórico, mas um relato didáctico para ensinar uma mensagem
religiosa. E se esse facto tivesse realmente acontecido não teria
nenhuma importância.
Quer
dizer, o autor encontrou na tradição a recordação desta história,
deixando à tradição a responsabilidade da sua certeza. Apenas
pretendeu apropriar-se dela, porque constituía um precioso material
apto para transmitir uma lição religiosa.
Que
mensagem nos transmite o episódio do dilúvio universal?
Em
primeiro lugar, mostra como este se produz por culpa dos pecados do
homem. Estes acumulam-se em toda a terra, de tal modo que a corrompem,
a pervertem, e provocam a catástrofe. E com esta se regressa ao caos
anterior à criação. Toda a ordem que Deus tinha estabelecido ao criar
o mundo, pode ver-se destruída e regressar ao ponto zero pela
irresponsabilidade dos homens.
O patriarca mudo capaz de instruir
Entre toda a gente malvada, há um que é justo:
Noé. Então, Deus toma a decisão de destruir os homens e salvar Noé.
Mas, antes, põe-o à prova: manda-o construir una grande embarcação, em
pleno deserto, sobre terra firme, e sem lhe dizer para quê. Só porque
Ele o ordena. Diz-lhe para se meter logo dentro, e esperar.
Imaginemos o pobre Noé exposto à zombaria dos seus contemporâneos, aos
quais não sabe dar outro motivo que este: “Foi Deus quem me mandou.
São coisas dele. Eu obedeço.” Mostra-nos a fé e a submissão deste
homem incrível, obediente em tudo, e que ao longo dos quatro capítulos
do relato não pronuncia uma única palavra. Nunca, de nenhum personagem
bíblico, se contou tanto enquanto ele falava tão pouco!
Depois, Deus revela-lhe o seu segredo: «Vou mandar chuva sobre a
Terra, durante quarenta dias e quarenta noites, e exterminarei na
superfície da Terra todos os seres que Eu criei» (Gn 7,4). A
mensagem, pois, é claríssima, embora esteja contada com a linguagem do
Antigo Testamento. Deus dá uma ordem. Se o homem desobedece,
autodestrói-se; se obedece, como faz Noé, salva-se.
Além
disso, é Deus quem indica as medidas da arca, o material que se deve
utilizar, e até a forma de construí-la. Quer dizer que quem constrói a
sua vida com as medidas de Deus, sempre sobreviverá a qualquer
tempestade. Quem não escuta a sua voz, afogar-se-á.
Atender a isto é muito mais importante do que saber se houve ou não
chuva durante 40 dias, e onde atracou a barca. É a leitura que se
deveria fazer de Gn 6-9. Deste modo, haveria menos gente interessada
em escalar o monte Ararat à procura da arca, e mais procurando
mergulhar na Palavra de Deus procurando viver a sua mensagem.
Ariel Álvarez Valdés,
Sacerdote argentino, biblista
Trad. Lopes Morgado
|
Noé e a
arca
[6,9-14]
–
Esta é a
descendência de Noé. Noé era um homem justo e perfeito,
entre os homens do seu tempo, e andava sempre com Deus.
Noé teve três
filhos: Sem, Cam e Jafet. A Terra estava corrompida diante
de Deus e cheia de violência. Deus olhou para a Terra e
viu que ela estava corrompida, pois toda a humanidade
seguia, na Terra, os caminhos da corrupção.
Então Deus
disse a Noé: «O fim de toda a humanidade chegou diante de
mim, pois ela encheu a Terra de violência. Vou
exterminá-la juntamente com a Terra.
Constrói uma arca de madeiras
resinosas. Dividi-la-ás em compartimentos e calafetá-la-ás
com betume, por fora e por dentro.
[7,5.11-14]
–
E Noé
cumpriu tudo quanto o Senhor lhe ordenara. Tendo Noé
seiscentos anos de vida, no dia dezassete do segundo mês,
nesse dia romperam-se todas as fontes do grande abismo, e
abriram-se as cataratas do céu. A chuva caiu sobre a terra
durante quarenta dias e quarenta noites. Naquele mesmo
dia, Noé entrou na arca com seus filhos Sem, Cam e Jafet,
e com eles sua mulher e as três mulheres dos seus filhos.
Juntamente com eles, entraram os animais selvagens,
segundo as suas espécies, os animais domésticos, segundo
as suas espécies, os répteis que rastejam pela terra,
segundo as suas espécies, e todos os animais voláteis,
todas as aves, tudo quanto possui asas, segundo as suas
espécies. Entraram com Noé na arca, dois a dois, todas as
espécies de seres que têm vida. De todos os seres vivos e
de cada espécie entrou o macho e a fêmea, como Deus tinha
ordenado a Noé. Depois, o Senhor fechou a porta atrás
dele.
Inundação
[7,23-24]
–
Foram assim
exterminados todos os seres que se encontravam à
superfície da terra, desde os homens até aos quadrúpedes,
aos répteis e aves dos céus. Desapareceram da face da
terra, excepto Noé e os que se encontravam com ele na
arca.
As
águas cobriram a terra, durante cento e cinquenta dias.
[8,1-4]
–
Deus recordou-se de
Noé e de todos os animais, tanto domésticos como
selvagens, que estavam com ele na arca. Por isso, Deus
mandou um vento sobre a terra e as águas começaram a
descer.
As fontes do
abismo e as cataratas dos céus foram encerradas, e a chuva
parou de cair do céu.
As águas
retiraram-se gradualmente da terra e começaram a diminuir
ao fim de cento e cinquenta dias.
No dia dezassete do sétimo
mês, a arca poisou sobre os montes de Ararat.
(Livro do
Génesis) |