No dia 29 de maio, dia em que a legalização da eutanásia esteve no centro do debate parlamentar, a Renascença foi conhecer o trabalho da unidade de cuidados paliativos do IPO do Porto, uma das primeiras a ser criada em Portugal há quase 25 anos. Para estes profissionais, a frustração pela perda de um doente é compensada pela noção do dever cumprido. Mesmo no maior dos sofrimentos, todos acreditam que a vida continua a fazer sentido. Para os familiares, o luto prepara-se antes da morte. Um dia de cada vez.

 

http://rr.sapo.pt/artigo/114531/na-soma-dos-dias


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