“Bem-Aventurados”

 

LEITURAS:

1ª: Jr 17,5-8. Salmo 1,1-2.3.4.6. R/ Feliz o homem que pôs a sua esperança no Senhor. 2ª: 1 Cor 15,12.16-20. Evº: Lc 6,17.20-26. II Semana do Saltério

 

UMA IDEIA

Deus ama e chama à missão (cf. V domingo). Mas respeita a liberdade humana (cf. VI domingo). Hoje, os textos bíblicos alertam para os riscos ou benefícios de fechar ou abrir o coração à presença divina. O profeta lembra: «Maldito quem confia no homem e põe na carne a sua esperança. [...] Bendito quem confia no Senhor e põe no Senhor a sua esperança» (1ª). O salmista insiste: «Feliz o homem que não segue o caminho dos ímpios [...], mas antes se compraz na lei do Senhor» (salmo). O Apóstolo reforça: «Se é só para a vida presente que temos posta em Cristo a nossa esperança, somos os mais miseráveis de todos os homens» (2ª). Jesus Cristo conclui: «Bem-aventurados vós, os pobres... que agora tendes fome... que agora chorais... [...] Ai de vós, os ricos... que agora estais saciados... que rides agora» (evangelho).

 

UM SENTIMENTO

Reflito sobre o quanto estou próximo ou afastado das propostas bíblicas. «Há uma necessária escolha de campo, uma opção que, definitivamente, é entre a autossuficiência e a confiança no Senhor, ou melhor, entre a idolatria e a fé» (Luciano Manicardi). O cristão jamais pode ignorar o discernimento proposto: «Bem-aventurados» (evangelho). Este critério está em perfeita sincronia com o desafio missionário. «Com o ‘sonho missionário de chegar a todos’, o Santo Padre tem incentivado a ir às periferias, a ir até junto dos pobres [...]. A não ficar entre si sem correr riscos, mas a ter a coragem de ser uma Igreja viva, acolhedora, dos excluídos e dos estrangeiros» (Nota da Conferência Episcopal Portuguesa).

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