“O meu Filho muito amado”

 

LEITURAS:

1ª: Is 42,1-4.6-7. Salmo 29/28, 1a.2.3ac-4.3b.9b-10. R/ O Senhor abençoará o seu povo na paz. 2ª: At 10,34-38. Evº: Lc 3,15-16.21-22. I Sem. do Saltério

 

UMA IDEIA

A Liturgia dá um salto da infância para a idade adulta de Jesus e convida a celebrar o seu Batismo, um acontecimento que expressa a plenitude da “epifania” ou manifestação do Messias. O profeta tinha anunciado o dia em que os mensageiros da boa nova diriam ao povo: «Eis o vosso Deus» (1ª). Em Jesus Cristo manifesta-se «a graça de Deus, fonte de salvação para todos os homens», manifesta-se «a bondade de Deus nosso Salvador e o seu amor para com os homens» (2ª). Bendigamos o Senhor: «meu Deus, como sois grande» (salmo)! O Espírito Santo, pelo batismo, faz-nos participantes da mesma vida de Jesus Cristo, cuja filiação divina é revelada nas margens do rio Jordão: «Tu és o meu Filho muito amado: em Ti pus toda a minha complacência» (evangelho).

 

UM SENTIMENTO

O evangelista faz uma descrição visual de algo que é mais íntimo do que visível. O importante não é o que aconteceu fora, mas o que Jesus viveu interiormente. O que nos tem de interessar é a descoberta da relação de Deus com o ser humano; é a resposta que Jesus deu a essa relação com o Pai. Procura descobrir o que se passou no interior de Jesus. E vê como também tu te podes aproximar dessa experiência vital. O mais importante não é o sinal visível da água, mas o fogo do Espírito Santo que nos remete para uma profunda transformação interior. Por isso, hoje é uma boa ocasião para refletir sobre a nossa condição de batizadas e batizados. Podemos agradecer a Deus o dom e a graça da fé (interior) e renovar o compromisso batismal (exterior).

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