“Uma grande alegria”

 

LEITURAS:

1ª: Is 60,1-6. Salmo 72/71,2.7-8.10-11.12-13. R/ Virão adorar-Vos, Senhor, todos os povos da terra. 2ª: Ef 3,2-3a.5-6. Evº: Mt 2,1-12.

 

UMA IDEIA

É Natal, plenamente Natal! Com a Epifania — que significa «manifestação» — o Natal recebe toda a sua plenitude. Em termos litúrgicos e em termos históricos. Na liturgia, há de ecoar a mesma solenidade do primeiro dia de Natal; na história, todos «recebem a mesma herança» (2ª). Jesus Cristo não veio apenas para alguns, mas para todos os humanos, homens e mulheres, para todas as nações, ricas e pobres: «todos se reúnem e vêm ao teu encontro» (1ª). Tal é a amplitude deste mistério: «uma grande paz até ao fim dos tempos» (salmo). É a maravilha da salvação oferecida aos que, na noite, levantam os olhos para ver a estrela e se põem a caminho. Para eles (e para nós), o caminho conduz a «uma grande alegria» (evangelho)!

 

UM SENTIMENTO

A luz, como sinal da alegria da salvação, volta a ser o tema dominante. Deus quer fazer brilhar a luz do seu amor em cada pessoa: eis a nossa «grande alegria» (evangelho). Mas Deus quer precisar da nossa colaboração comprometida e alegre. Assim, o Natal desafia-nos a gerar amor. Jesus Cristo é Deus connosco, é o amor de Deus presente na nossa carne. O Natal é a revelação da gratuidade e da misericórdia, do amor e da alegria do Evangelho. «Quando dizemos “É Natal!” estamos a dizer: Deus disse ao mundo a sua última, a mais profunda e formosa palavra numa Palavra feita carne [...]. E esta Palavra significa: eu amo-vos – a ti, mundo, e a vós, seres humanos» (Karl Rahner).

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