“Guardava... em seu coração”

 

LEITURAS:

1ª: Sir 3,3-7.14-17a. Salmo 128/127,1-2.3.4-5. R/ Felizes os que esperam no Senhor, e seguem os seus caminhos. 2ª: Cl 3,12-21. Evº: Lc 2,41-52.

 

UMA IDEIA

Em tempo de Natal, somos convidados a contemplar a Sagrada Família, que nos é dada por Deus como «um modelo de vida» (oração coleta). Somos desafiados a imitar a confiança de Maria e de José, a docilidade deles à Palavra, ao Espírito, aos «acontecimentos» que os iam surpreendendo na sua vida pessoal e familiar. Maria «guardava todos estes acontecimentos em seu coração» (evangelho). Confia em Deus. Como Ana, Maria e José contam com o amor de Deus, um amor que gera vida: «O Senhor ouviu a minha súplica» (1ª). Os dois são, de facto, «um modelo de vida»; com eles aprendemos a acolher a graça e a cantar: «O meu coração e a minha carne exultam no Deus vivo» (salmo). Vivamos, portanto, como «filhos de Deus» (2ª) e testemunhas missionárias do seu amor.

 

UM SENTIMENTO

A Sagrada Família inspira-nos a «guardar» no coração os acontecimentos da vida, em especial aqueles em que mais procuramos os sinais da visita de Deus. «Cada família tem diante de si o ícone da família de Nazaré, com o seu dia a dia feito de fadigas e até de pesadelos [...]. Como Maria, são exortadas a viver, com coragem e serenidade, os desafios familiares tristes e entusiasmantes, e a guardar e meditar no coração as maravilhas de Deus (cf. Lc 2,19.51). No tesouro do coração de Maria, estão também todos os acontecimentos de cada uma das nossas famílias, que Ela guarda solicitamente. Por isso pode ajudar-nos a interpretá-los de modo a reconhecer a mensagem de Deus na história familiar» (Papa Francisco, A Alegria do Amor, 30).

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