“Pão da vida”

 

LEITURAS:

1ª: Ex 16,2-4.12-15. Salmo 78/77, 3.4bc.23--24.25.54. R/ O Senhor deu-lhes o pão do céu. 2ª: Ef 4, 17.20-24. Evº: Jo 6,24-35. II Semana do Saltério

 

UMA IDEIA

O alimento evocado nos textos bíblicos serve para colocar a questão de fundo sobre a fé, sobre a confiança em Deus. No deserto, quando têm fome, os filhos de Israel esquecem-se de que foram libertados do Egito e perdem a confiança em Deus: «a comunidade dos filhos de Israel começou a murmurar no deserto» (1ª). Em Cafarnaum, Jesus Cristo convida a multidão a repensar o caminho da fé, a fazer memória daquilo que «os nossos pais nos contaram» (salmo) e a reconhecer «o verdadeiro pão do Céu». E apresenta-se a si próprio como «o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede» (evangelho). Para comer e viver desse pão é preciso acreditar em Jesus Cristo, o enviado do Pai, abandonar o «homem velho» e deixar-se renovar «pela transformação espiritual», revestir-se do «homem novo» (2ª).

 

UM SENTIMENTO

O «pão do céu» («maná») torna-se, na história bíblica, o alimento diário dado por Deus, alimento suficiente para caminhar. Eis a prefiguração do «pão da vida», Jesus Cristo: «Tomai, todos, e comei: isto é o Meu Corpo, que será entregue por vós.» Agora, a Eucaristia realiza a oferta do alimento, que não é apenas suficiente para caminhar, mas «dura até à vida eterna» (evangelho). É fundamental termos presente a nossa união pessoal com Jesus Cristo como o objetivo dos nossos encontros eucarísticos (dominicais): unirmo-nos a Ele, comungá-Lo; «uma comunhão com Cristo na Eucaristia, que transforme a vida» (EG 138).

 

UMA IMAGEM

O “pão da vida”: “Tomai, todos, e comei: isto é o meu Corpo.”

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