“Ovelhas sem pastor”

 

LEITURAS:

1ª: Jr 23,1-6. Salmo 23/22,1-3a.3b-4.5.6 R/ O Senhor é meu pastor: nada me faltará. 2ª: Ef 2,13-18. Evº: Mc 6,30-34. VI Sem. Saltério

 

UMA IDEIA

A Liturgia da Palavra possui, neste domingo, uma tonalidade pastoral capaz de chegar ao coração e à vida de cada pessoa. Revela um Deus que, em Jesus Cristo, se faz próximo, «é meu pastor: nada me falta» (salmo). Ao contrário de outros, Jesus Cristo é o bom pastor que vem para congregar num só rebanho todas as ovelhas. Ele é o «rebento justo» (1ª), o salvador que, pelo sangue derramado na cruz, «reconciliou com Deus uns e outros, reunidos num só Corpo» (2ª). Ele «veio anunciar a boa nova da paz» (2ª). Celebrar Jesus Cristo, bom pastor que nos convida a ir com Ele, é aderir ao seu desejo de reconciliar todos os povos, é ter compaixão de todos os que vivem «como ovelhas sem pastor» (evangelho) e levar-lhes alegria e esperança.

 

UM SENTIMENTO

A Bíblia, em muitas ocasiões, compara a relação de Deus com o povo como a de um pastor com o seu rebanho. E também usa a mesma comparação para se referir aos dirigentes do povo, uma vez que recebem de Deus a missão de cuidar das «ovelhas». Missão que nem sempre é levada a bom termo! Hoje, como ontem, são precisos pastores que contraiam o «cheiro das ovelhas», que sintam paixão pelo povo, que se alegrem com os que estão alegres e chorem com os que choram, que partilhem a vida e as preocupações de todos. Esta tarefa de pastorear não se limite aos bispos e presbíteros. Todos somos mediadores entre Deus e os outros. É uma missão própria de cada batizado. Assumo-a?

 

UMA IMAGEM

“O Senhor é meu pastor: nada me falta”

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