“Sempre cheios de confiança”

 

LEITURAS:

1ª: Ez 17,22-24. Salmo 92/91,2-3.13-14.15--16 R/ É bom louvar-Vos, Senhor. 2ª: 2 Cor 5,6-10. Evº: Mc 4,26-34. III Sem. Saltério

 

UMA IDEIA

Na proximidade do verão, são-nos oferecidas algumas belas imagens da natureza. Para anunciar o Reino de Deus, Jesus Cristo socorre-se de parábolas: a da semente que «germina e cresce» por si mesma e a do grão de mostarda que se torna «a maior de todas as plantas da horta» (evangelho). Entretanto, já o profeta Ezequiel tinha feito um anúncio idêntico como sinal de salvação: «um ramo novo... lançará ramos e dará frutos e tornar-se-á um cedro majestoso» (1ª). O justo, isto é, quem confia em Deus, é comparado a tais árvores: «florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro do Líbano» (salmo). Então, em todas as circunstâncias, caminhando «à luz da fé», vivamos «sempre cheios de confiança» (2ª)!

 

UM SENTIMENTO

Eis o ser e agir de Deus: serve-se dum ramo, algo sempre incerto e delicado, para anunciar um futuro novo, cheio de esperança e de vida. Deus é surpreendente: não usa os modos habituais, nem se rege pelos critérios esperados. O paradoxo que coloca em atitude de abertura há novidade, faz parte de Deus. O cristão precisa de aprender a ter um olhar sempre novo, renovado. Trata-se de olhar para além do visível, pois «o essencial é invisível aos olhos» (Saint-Exupéry). Não se pode desapreciar o pequeno ou o aparentemente mutilado. Há que saber esperar o tempo necessário para ver os frutos que nascem da ação de Deus. Espero em Deus?

 

UMA IMAGEM

A semente que germina e cresce é símbolo do Reino de Deus.

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