Is 47

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Queda da Babilónia (Jr 50-51; Ap 18)

1Desce do teu trono, senta-te no pó, jovem cidade da Babilónia. Senta-te na terra, sem trono, ca­pi­­­tal dos caldeus! Nunca mais serás chamada deli­cada e refinada. 2Pega nas duas pedras do moinho e faz a farinha, tira o véu e arregaça o vestido, descobre as tuas pernas para pas­sares os rios. 3Apareça a tua nudez, veja-se o que cobres com vergo­nha. Vou exercer implacável vingança. 4Eis o que diz o nosso redentor, que tem por nome Senhor do uni­verso, o Santo de Israel: 5Senta-te em silêncio, mergulha na escuridão, capital dos caldeus, porque já não te chamarão mais: «Senhora dos impérios.» 6Irritado contra o meu povo, profanei a minha herança, entregando-a nas tuas mãos. Mas não usaste de piedade para com eles, pois esmagaste os anciãos com o peso do teu jugo. 7Tu dizias: «Serei a dominadora do mundo para sempre.» E não reflectiste, não pensaste no que te poderia vir a acontecer. 8Agora, portanto, ouve isto, ó vo­luptuosa, que reinavas, confiante, e dizias a ti mesma: «Eu e mais ninguém! Nunca ficarei viúva, nunca perderei os meus filhos.» 9Ambas as desgraças caíram de repente sobre ti num só dia: vais ficar, ao mesmo tempo, sem filhos e viúva, apesar de todas as tuas bruxa­rias e dos teus poderosos sortilégios. 10Punhas a tua confiança nas tuas maldades e dizias: «Ninguém me vê!» A tua sabedoria e a tua ciência transtornaram-te, e por isso dizias: «Eu e mais nin­guém!» 11Mas virá sobre ti uma desgraça que não saberás conjurar, desabará sobre ti uma catástrofe que não poderás evitar; cairá sobre ti de repente um de­sastre que nunca imaginaste. 12Corre, portanto, aos teus encan­ta­mentos e à multidão das tuas bruxarias, a que te entregaste desde a ju­ventude! Vê lá se podem servir para es­con­jurares a desgraça. 13Cansaste-te com os teus nume­rosos conselheiros. Apresentem-se agora e salvem-te os que conjuram o céu, os que observam os astros e os que prognosticam cada mês o que vai acontecer. 14Tornaram-se como a palha: o fogo os consome; não poderão escapar às inves­ti­das das chamas. Não são como brasas na lareira, onde nos sentamos para aquecer. 15Deste modo, terminaram os teus adivinhos, com quem traficavas desde a ju­ventude. Cada qual foge para onde pode, e nenhum deles te salva.



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