2 Cr 30

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Convocação para a Pás­coa (35,1-19; Ex 12,1-20; Nm 9,1-14) – 1Eze­quias enviou mensa­gei­ros por todo o Israel e Judá e escre­veu car­tas a Efraim e a Ma­nassés, para os convidar a virem ao templo do Se­nhor, que está em Jerusalém, cele­brar a Páscoa em honra do Senhor, Deus de Israel. 2O rei, os seus che­fes e toda a assembleia do povo em Jerusalém resolveram cele­brar a Pás­coa no segundo mês, 3pois não pude­ram fazê-lo no devido tem­po porque os sacerdotes não se tinham santi­fi­cado em número sufi­ciente, e o povo ainda não se tinha reunido em Je­rusalém. 4Esta reso­lu­­ção agradou ao rei e a toda a assem­bleia. 5Deci­diram, por isso, apre­goar por todo o Israel, desde Bercheba até Dan, o convite para virem a Je­ru­salém cele­brar a Pás­coa em hon­ra do Senhor, Deus de Israel. Por­que muitos não a cele­bravam como estava prescrito.

6Partiram, então, os pregoeiros, com as cartas do rei e dos chefes, por todo o Israel e Judá. Por ordem do rei, diziam: «Israelitas, voltai ao Senhor, Deus de Abraão, de Isaac e de Israel, e Ele há-de voltar-se para aqueles que, de entre vós, escapa­ram das mãos dos reis da Assíria. 7Não sejais como os vossos pais e os vossos irmãos, que prevaricaram diante do Senhor, Deus de seus pais, que os entregou à desolação, como estais a ver. 8Não endureçais a vossa cerviz, como fizeram os vos­sos pais. Esten­dei as mãos para o Senhor, vinde ao santuário que Ele consagrou para sempre, e servi o Senhor, vosso Deus, a fim de que Ele afaste de vós o ar­dor da sua cólera. 9Se vos conver­ter­des ao Senhor, os vossos irmãos e os vossos filhos acharão misericórdia diante daqueles que os levaram cati­vos e voltarão a este país; pois o Se­nhor, vosso Deus, é misericor­dioso e compassivo e não mais desviará os olhos de vós, se a Ele vos conver­ter­des.» 10Deste modo, os pregoeiros pas­saram de cidade em cidade no terri­tório de Efraim e de Manassés, até Zabulão. Mas riam-se deles e escar­ne­­ceram-nos. 11Con­tudo, alguns ho­mens de Aser, de Manassés e de Zabulão mostraram-se humildes e dirigiram-se a Jeru­salém. 12Também em Judá, a mão de Deus tocou os habitantes para lhes dar o desejo unânime de escu­tar as ordens do rei e dos che­fes, conforme a palavra do Senhor.


Festa dos Ázimos (Ex 12,15-20) – 13Gran­­­des multidões acorreram a Jerusa­lém para celebrar a festa dos Ázi­­mos, no segundo mês. Era uma enor­me assembleia. 14Começaram por des­truir os altares pagãos que se en­con­travam em Jerusalém, as­sim como todos os altares dos perfumes, e lan­çaram-nos à torren­te do Cédron.

15Imolaram o cordeiro pascal no décimo quarto dia do segundo mês. Os sacerdotes e os levitas, arre­pen­di­dos, tinham-se santificado e ofe­re­­ce­­ram holocaustos no templo do Se­­nhor. 16Ocupavam o seu lugar, como prescreve a Lei de Moisés, ho­mem de Deus. Os sacerdotes der­rama­vam o sangue recebido das mãos dos le­vi­­tas. 17 Como houvesse na assis­tên­cia muitos que não se tinham purifi­cado, os levitas encar­re­ga­ram-se de imo­lar o cordeiro pascal por todos os que não estavam puros, a fim de os con­sagrar ao Senhor.

18Uma grande parte do povo de Efraim, de Manassés, de Issacar e de Zabulão comeu o cordeiro pascal sem se ter purificado, contraria­men­te ao que estava prescrito. Mas Ezequias intercedeu por eles, di­zendo: «O Se­nhor, que é bom, usará de miseri­cór­dia 19com os que bus­cam de todo o coração o Senhor, Deus de seus pais, e não lhes impu­tará a falta de purificação exigida para o santuá­rio!» 20O Senhor escu­tou Ezequias e perdoou ao povo.

21Os filhos de Israel que se en­con­­travam em Jerusalém celebra­ram com muita alegria a festa dos Ázimos durante sete dias. Cada dia, os levitas e os sacerdotes louvavam o Senhor com potentes instru­men­tos musicais. 22Ezequias dirigiu pala­vras cordiais a todos os levitas que se tinham distinguido no culto do Senhor. Passaram os sete dias da festa oferecendo sacrifícios de comu­nhão e de acção de graças ao Senhor, Deus de seus pais. 23E toda a assem­bleia concordou em prolon­gar a festa por mais sete dias, cele­brando-a com grande alegria.

24Eze­quias, rei de Judá, dera à as­sem­bleia mil touros e sete mil ove­lhas; também os altos funcionários a presentearam com mil touros e dez mil ovelhas; os sacer­do­tes tinham-se purificado em grande número. 25A alegria reinava em toda a assem­bleia de Judá, nos sacerdo­tes e levitas, na assembleia vinda de Israel e nos es­trangeiros vindos da terra de Israel ou estabelecidos em Judá. 26Em Jeru­salém houve grande júbilo, pois nunca se vira coisa se­me­lhante na cidade, desde o tempo de Salomão, filho de David, rei de Israel. 27Finalmente, os sacerdotes e os levitas levanta­ram-se para aben­çoar a multidão. A sua voz foi ou­vida e a sua prece chegou ao céu, até à santa morada de Deus.



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