2 Cr 3

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Construção do templo (1 Rs 6; 7,15-22) – 1Salomão come­çou, pois, a construção do templo do Senhor, em Jerusalém, no monte Mo­riá, onde o Senhor tinha apare­cido a David, seu pai, no lugar por este preparado na eira de Ornan, o jebuseu. 2Come­çou a edificá-lo no segundo mês, no quarto ano do seu reinado. 3Os ali­cerces feitos por Sa­lomão para a cons­trução do tem­plo de Deus tinham ses­senta côva­dos de comprimento, segundo a antiga medida, e vinte côvados de largura. 4comprimento do pórtico, que se achava no frontis­pício, e que correspondia à largura do templo, tinha vinte côvados e uma altura de cento e vinte côvados. Salo­mão revestiu-o por dentro de ouro puro. 5A sala grande foi forrada com ma­deira de cipreste, guarnecida de ouro puro, e com palmeiras e peque­nas correntes esculpidas. 6Adornou esta sala com pedras preciosas. O ouro era ouro de Parvaim.

7O rei revestiu a sala de ouro: as traves, os umbrais, as paredes e as portas. Man­dou tam­bém esculpir que­­rubins nas pare­des.8Cons­truiu, igualmente, a sala do Santo dos San­tos cujo com­pri­mento, no sentido da largura do tem­plo, era de vinte cô­va­dos e a lar­gura de vinte côvados. O valor do ouro fino de que o reves­tiu era de seiscentos talentos. 9Até os pregos eram de ouro e pesavam cin­quenta siclos cada um. Revestiu igua­l­­mente os tectos de ouro.


Os querubins (Ex 25,18-22; 37,7-9; 1 Rs 6,23-38) – 10Mandou esculpir dois que­ru­bins, revestidos de ouro, para o inte­rior do Santo dos Santos. 11O compri­mento das suas asas era de vinte côvados: uma asa, com cinco cô­va­dos, tocava a parede do templo; a outra asa, com cinco côvados, tocava a asa do outro querubim. 12Da mes­ma forma, a asa do segundo queru­bim, com cinco côva­dos, tocava na pa­rede, e a outra asa, com cinco côva­dos, tocava na asa do primeiro. 13As­sim, as asas dos queru­bins esten­diam-se por vinte côva­dos: estavam de pé, com o rosto voltado para o interior do templo.

14O rei mandou fazer um véu de púrpura, violeta, carmim e linho fino, bordado com querubins.

15Diante do templo, levantou duas colunas: tinham trinta e cinco côva­dos de altura, cada uma com um ca­pi­tel de cinco côvados no alto. 16Fez pe­quenas correntes, como as do san­tuário, colocadas nos capitéis das colu­nas, nas quais estavam en­tre­la­çadas cem romãs. 17Levantou as colu­nas, uma à direita e outra à esquerda da fachada do templo: cha­­mou Ja­quin à da direita e Booz à da esquerda.



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