2 Cr 16

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Guerra contra o reino de Is­­rael (14,8-14; 1 Rs 15,16-24) – 1Mas, no trigésimo sexto ano do reinado de Asa, Basa, rei de Israel, fez guerra a Judá e fortificou Ramá, a fim de bloquear todas as comuni­cações com Asa, rei de Judá. 2Mas Asa mandou ti­rar a prata e o ouro dos tesouros do templo do Se­nhor e do palácio real, e enviou-os, com uma delega­ção, a Ben-Ha­dad, rei dos ara­meus, que residia em Damasco, para lhe dizer: 3«Alie­mo-nos, como se aliaram o teu pai e o meu. Envio-te prata e ouro. Rompe a tua alian­ça com Basa, rei de Is­rael, para ele deixar de me ata­car.»

4Ben-Hadad escutou o rei Asa e en­viou os seus generais contra as cida­des de Israel. Eles apoderaram-se de Ion, Dan, Abel-Maim e de to­dos os entrepostos das cidades de Neftali. 5Ao ter notí­cia disto, Basa interrom­peu os traba­lhos de fortifi­ca­ção de Ramá. 6Então, o rei Asa levou con­sigo o povo de Judá e or­denou-lhe que trouxesse todas as pedras e ma­deiras de que Basa se servira para fortificar Ramá; com elas fortificou Guibeá e Mispá.

7Por esse tempo, o vidente Ha­na­ni apresentou-se a Asa, rei de Judá, e disse-lhe: «Já que te apoias­te no rei dos arameus e não te apoias­te no Senhor, o exército do rei dos ara­meus escapou das tuas mãos. 8Não forma­vam os etíopes e os líbios um exér­cito inumerável, com uma multidão de carros e de cavaleiros? E, con­tudo, o Senhor entregou-os nas tuas mãos porque te apoiaste nele. 9Os olhos do Se­nhor percorrem toda a terra para fortalecer aqueles cujo coração lhe é totalmente fiel. Procedeste como um insensato e, por isso, doravante te­rás guerras.» 10Asa irritou-se con­tra o vidente e, encolerizado por causa das suas palavras, mandou-o fechar na prisão. E, nesse tempo, opri­miu também alguns dos seus súbditos.


Fim do reinado de Asa (1 Rs 15,23-24) 11Os fei­­­tos de Asa, dos primeiros aos últi­mos, estão escritos no Livro dos Reis de Judá e de Israel. 12No tri­gé­simo nono ano do seu reinado, Asa adoeceu gra­vemente dos pés. Du­rante a sua doença, não procurou o Senhor, mas os médicos.

13Asa ador­meceu com os seus pais e morreu no quadragé­simo primeiro ano de rei­nado. 14Foi sepul­tado no tú­mulo que mandara fazer na cidade de David. Estenderam-no num leito cheio de per­fumes aromáti­cos, pre­pa­­rados se­gun­do a arte do perfu­mista. E quei­ma­ram na sua casa grande quan­tidade de aromas, em sua honra.



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