2 Cr 15

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REFORMAS RELIGIOSAS (15,1-20,37)


Profecia de Azarias (1 Rs 15,9-15) – 1Azarias, filho de Oded, movido pelo espírito de Deus, 2saiu ao encontro de Asa e disse-lhe:

«Es­cutai-me, Asa e todo o Judá e Benja­mim! O Senhor está con­vosco, se vós estiverdes com Ele. Se vós o pro­curardes, haveis de encon­trá-lo; mas se vós o abandonardes, Ele vos aban­donará a vós. 3Du­rante muito tempo, Israel viveu sem o ver­da­deiro Deus, sem sacerdotes para o ensi­nar, sem a Lei; 4mas quando, na sua an­gús­tia, se voltaram para o Senhor, Deus de Israel, e o pro­cura­ram, en­con­tra­ram-no sempre. 5Na­queles tem­pos, não havia segurança para os que viajavam; pelo con­trário, graves per­­turbações ater­ravam a população das diferentes regiões. 6Uma nação des­truía outra nação, e uma cidade des­truía outra cidade porque Deus as perturbava com toda a espécie de tri­bulações. 7.Quanto a vós, sede for­tes, não des­faleçais, pois o vosso es­forço será recompensado.»

8Ao ouvir o oráculo do profeta Oded, Asa cobrou ânimo e fez desa­parecer os ídolos de todo o território de Judá e de Benjamim, e de todas as cidades que conquistara na mon­tanha de Efraim. Restaurou o altar do Senhor que se encontrava diante do pórtico do santuário do Senhor. 9Convocou toda a população de Judá, de Benjamim, bem como os refu­gia­dos de Efraim, Manassés e Simeão que habitavam entre eles, pois grande número de israelitas se aliara a Asa, vendo que o Senhor, seu Deus, estava com ele. 10Reuni­ram-se em Jerusa­lém, no terceiro mês do ano quinze do reinado de Asa.

11Nesse dia, sacri­ficaram ao Se­nhor, do espólio que tinham tra­zido, setecentos bois e sete mil ovelhas. 12Obrigaram-se, por uma aliança, a seguir o Senhor, Deus dos seus ante­passados, com todo o seu cora­ção e com toda a sua alma. 13E todos aque­les que faltassem a este com­pro­misso com o Senhor, Deus de Israel, pe­queno ou grande, homem ou mu­lher, seria morto. 14Ao som de trombetas e clarins, em grande jú­bilo e acla­mação, fizeram esse jura­mento ao Senhor. 15Todos os de Judá se ale­gra­ram por causa do jura­mento, pois fi­zeram-no com o seu coração e com toda a sua boa von­tade. Procu­ra­ram o Senhor e Ele se lhes mani­fes­tou e lhes assegurou a paz com todos os seus vizinhos. 16O rei Asa também destituiu Maaca, sua mãe, da dignidade de rai­nha, por ela ter feito um ídolo infame em honra de Achera. Asa destruiu aquela imagem, despeda­çou-a e quei­mou-a na torrente do Cédron.

17Os lugares altos não desa­pa­re­ce­ram de Israel, mas o coração de Asa per­ma­neceu íntegro durante toda a sua vida. 18Transportou para o tem­plo de Deus todos os objectos consa­grados por ele e pelo seu pai: a prata, o ouro e os utensílios.

19Não houve guerra até ao trigé­simo quinto ano do reinado de Asa.



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