Missões

Missões Capuchinhas em Barcelos

 

A missão, como diz o Papa Francisco, “é uma paixão por Jesus Cristo e, ao mesmo tempo, uma paixão pelas pessoas.” A missão faz parte do ser de todo o cristão, pois é parte integrante da sua vida e acção. O próprio Jesus realizou um projecto missionário, do erguer-se diante de tudo e de todos, oferecendo as suas mãos, os seus pés, os seus braços, os seus ouvidos, a sua boca, e por fim o seu coração. Por isso todos somos chamados a tornar concreto e visível este projecto missionário de Cristo, transpondo-o para a nossa vida quotidiana.

Os missionários desempenham um papel muito importante nas terras de missão mas também nas outras causas a que estão inseridos como serviço de voluntariado e ajuda humanitária. Também os Franciscanos Capuchinhos, assim como os leigos, assentes no zelo e no espírito de São Francisco de Assis, tentam responder ao apelo da missão como um marco a atingir. Por isso nos dias 20, 21 e 22 de Janeiro decorreu na comunidade de Santo António de Barcelos um conjunto de actividades promovidas pelo Grupo de Acção Missionária (GAM) no contexto da semana das missões capuchinhas. Na sexta-feira realizou-se uma tertúlia com a presença do Ministro Provincial, o frei Fernando Cabecinhas, assim como de duas convidadas que vieram testemunhar a sua experiência de missão. A primeira, de seu nome Sandra, partilhou a sua actividade junto dos refugiados, que chegavam do Médio-Oriente, nomeadamente da Síria, para a ilha de Lesbos na Grécia com o intuito de oferecer alojamento em Portugal. Seguidamente tomou voz a missionária Rosa, membro integrante da comunidade, que num desfolhar de imagens e palavras conseguiu transmitir a experiência em Timor-Leste. Desde o sorriso contagiante das crianças até aos olhares agradecidos dos idosos, que apesar de terem pouco, partilham o que possuem.

 

 

 

 

No dia seguinte (sábado 21) decorreu no salão um Café Concerto, com o intuito de angariar fundos para as missões capuchinhas. Os vários grupos da comunidade de Santo António agarraram esta causa e desde a animação até ao próprio concerto mostraram-se solidários com as gentes de Timor.

 

 

 

 

 

 

 

Por fim, no domingo (dia 22) em todas as Eucaristias houve referência às missões, desde os textos, passando pelo ofertório e terminando na animação dos vários coros.